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  1. O Amor Não Tem Rótulos

    quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015


    No dia dos Namorados, a Ad Council montou um ecrã de raio-X gigante numa rua de Santa Mónica, Califórnia, nos EUA e convidou todos os que passeavam na avenida a observar vários esqueletos a abraçarem-se, beijarem-se e dançarem.
    Perante a surpresa dos inúmeros espectadores, os esqueletos foram revelando-se ao público: primeiro um casal de duas mulheres; depois um homem e uma mulher de raças diferentes; duas irmãs, uma delas portadora de deficiência ou dois amigos de religiões diferentes. Tudo para mostrar a capacidade que o ser humano tem de amar e eliminar os julgamentos baseados no que se vê – seja raça, idade, género, religião, sexualidade ou incapacidades.
    “Antes de tudo o resto, somos humanos”, lê-se no site da campanha “Love Has No Labels” (“O Amor Não Tem Rótulos”), onde é possível aceder a relatos em primeira mão sobre discriminação e responder a quizzes sobre o assunto. “É altura de abraçarmos a diversidade. Vamos pôr de lado rótulos em nome do amor”, pedem.


    Fonte: Público online

  2. A Educação Sexual no reino do "faz-de conta"

    domingo, 15 de fevereiro de 2015

    Eu ando a dizer (e a escrever) isto há muito tempo!

    Educação Sexual no currículo para acabar com "faz-de-conta"


    "...a especialista Zélia Anastácio, da Universidade do Minho, afirma que em Portugal “a lei está longe de estar cumprida” e que o que se passa nas escolas, neste campo, “é uma espécie de faz de conta”. Para inverter a situação defende a instituição de um tempo definido no horário dos alunos, em todos os ciclos de ensino, dedicado exclusiva e especificamente à matéria; o aumento do número mínimo de horas destinadas ao tema bem como a sua distribuição ao longo do ano lectivo; e uma aposta na formação dos professores em contexto de trabalho.
    “Tenho a perfeita noção de que a sugestão de integrar um momento dedicado à Educação Sexual nos horários dos alunos assusta muita gente. Porque – e eu concordo – a Educação Sexual não é, nem se pretende que seja, uma disciplina. A questão é que esta pode ser a única forma de sair da situação em que caímos”, justifica a investigadora.
    Em entrevista ao PÚBLICO, fez notar que “as áreas curriculares não disciplinares nas quais Educação Sexual devia ser integrada (como a Formação Cívica, por exemplo) acabaram entretanto” e que “a abordagem numa lógica de transversalidade, inerente a todas as disciplinas, também prevista na lei, está a resultar numa desresponsabilização”. “O que se verifica é que todos podem fazer e, na verdade, ninguém faz”, afirma Zélia Anastácio."
    Ler o resto...                                                                                                     FONTE: Público online

  3. Campanha contra a Violência no Namoro

    sábado, 14 de fevereiro de 2015


  4. sábado, 7 de fevereiro de 2015



  5. Por muito que se diga o contrário, a minha experiência e, no caso, as pesquisas afirmam que a educação sexual não acontece, de forma aceitável, na maioria das escolas. Para além de estarmos perante um desrespeito da lei, estamos a contribuir negativamente para a saúde e para a felicidade de um enorme número de crianças e jovens.
     
    Esta notícia do Correio do Minho cita um estudo coordenado por Zélia Anastácio onde se concluiu o atrás explanado.

    "Um estudo da Universidade do Minho revela que a generalidade das escolas dos ensinos básico e secundário “está em incumprimento da lei” no que diz respeito à educação sexual. Apesar de existir legislação desde 1984, ainda há professores “objetores de consciência” e instituições que preferem evitar “questões fraturantes”, como o aborto e a orientação sexual, afirma a investigadora Zélia Anastácio. A solução está na realização de ações capazes de formar devidamente os profissionais, desinibindo-os perante determinados temas e derrubando conceções erróneas que limitam a sua atuação.
    A especialista, que trabalha o tema da sexualidade há quase duas décadas, está a coordenar um projeto, apoiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, que visa munir os professores e técnicos de escolas e instituições de acolhimento de competências para o ensino “adequado” da educação sexual. Na prática, pretende-se que estes profissionais saibam planear projetos educativos que respondam às necessidades reais das crianças e dos jovens. Dos cerca de 150 docentes envolvidos no estudo, a maioria referiu não se sentir “preparada” para lecionar educação sexual, “por esta não se relacionar com a sua área de formação”. Um receio que foi ultrapassado com a participação em formações intensivas."

    Ler o resto aqui.

  6. Divulgação de Congresso de Educação Sexual

    sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

    No âmbito do Projeto CESMEMI, vai realizar-se, a 26 e 27 de Março de 2015, o "Congresso de Educação Sexual em Meio Escolar e Meio Institucional". Vai acontecer na Universidade do Minho.
    Todas as informações sobre o Congresso e o Projecto CEMEMI encontram-se aqui.

  7. Partilho este interessante artigo de Isabel Stilwell no Jornal i.

    "Para sermos menos coelhos, precisamos de mais Educação Sexual. Aquela que tem sido boicotada nas nossas escolas
    Declaração de interesses: sou uma sétima coelha, de uma família de oito coelhos. Estou muito grata por a minha mãe não ter feito as contas, porque tenho tirado muito partido de 54 anos que já cá cantam. Ressalvo que nunca senti que o facto de não ter sido planeada resultasse nalguma discriminação em relação aos seis coelhos que me antecedem.

    Primeiro achei pilhas de graça à imagem que o Papa utilizou para tornar claro que os bons católicos... não precisam de se reproduzir como coelhos. O próprio estava com o ar mais sério deste mundo e inclusivamente pediu desculpa pelo uso da expressão. Mas a mensagem já tinha passado. Pode agora vir meio mundo dizer que não afirmou nada que não estivesse nos documentos da Igreja há uma eternidade, mas a verdade é que numa simples frase Francisco tornou a política da Igreja em relação a este assunto mais clara que todos os outros antes dele. Bingo!

    Segundo, quando ouvi as declarações deitei as mãos à cabeça e pensei que o pobre ia ouvir um sermão mal aterrasse em Roma. Fiquei muito triste ao ver que precisou de vir prestar esclarecimentos. Os mal-entendidos só podem resultar de má-fé e falta de sentido de humor. É pena que tenha de lhes passar cartão.

    Terceiro, achei lamentáveis as reportagens dos dias seguintes, em que os jornalistas foram a correr à procura de famílias com muitos filhos para lhes perguntarem se tinham tido aquelas crianças porque queriam! A questão era, desde logo, impossível: quem é que vai dizer a um jornalista "olhe sim, este e este foram planeados, este foi um azar, e agora este aqui..."
    Até porque planear não é sinónimo de desejar, e muito menos de amar - como todos os pais sabem, no momento em que se pega num filho ao colo não se concebe que pudesse não ter existido.

    Quarto, não entendo porque é que os métodos contraceptivos não abortivos não estão incluídos nos meios que "Deus nos deu de sermos responsáveis". Suspeito que certa Igreja teme que sem o medo de uma gravidez, encarada aqui como castigo, os comportamentos sexuais dos católicos passariam a ser como os dos coelhos.

    Quinto, dito isto, parece-me inacreditável o pouco que se conhece dos métodos naturais, que não implicam encher o corpo feminino de hormonas, e que são cada vez mais científicos e fiáveis. Só conhecendo as alternativas se pode fazer uma escolha livre.

    Sexto, o relatório da OCDE divulgado esta semana sobre as escolas revela que o impacto de 90% dos programas e medidas implementadas pelo Ministério da Educação de 2008 a 2014 não foi avaliado. Entre eles estão certamente os programas que, em conjunto com o Ministério da Saúde, previam a Educação Sexual nas escolas, e que foram sucessivamente boicotados. Porque raio se há-de aprender o aparelho reprodutor do coelho e deixar o humano, e todas as suas implicações, de fora? Como é possível que alguns sectores, nomeadamente da Igreja, resistam a que faça parte da aprendizagem dos nossos filhos, sem medo de que mais informação leve a mais riscos, quando todos os estudos indicam que acontece precisamente o contrário? Afinal como é que podemos ambicionar uma paternidade responsável para todos, católicos ou não, se os alunos das nossas escolas não forem ajudados a conhecer-se melhor a si próprios, a entender os seus sentimentos e emoções, a respeitar os outros e a si mesmos? Nunca entendi que aqueles que mais advogam a importância dos "valores" da família, que se aprendem em casa, depois tenham medo que os filhos os percam no primeiro embate com a realidade. Ou com os coelhos."

  8. Vou ter o prazer de dinamizar esta oficina de formação entre Fevereiro e Maio de 2015.
    É coordenada pelo Centro de Formação Dr. Rui Grácio - Associação de Escolas de Lagos, Aljezur e Vila do Bispo.
    Fico a aguardar a presença dos que trabalhem na zona. 




  9. Relatos de Educação Sexual em sala de aula

    domingo, 18 de janeiro de 2015

    "Trabalho há 27 anos no 1.º ciclo e aconteceu-me uma coisa que me deixou sem palavras... ( mas houve quem resolvesse o assunto muito bem)!
    Tenho um 2.º ano e à data do acontecimento os alunos em causa tinham 6, 7 anos.
    A situação passou-se em contexto sala de aula.
    Vou alterar os nomes e abreviar para ser mais fácil.
    F. - Professora, o M. Está a mexer na «pila»!
    Chamei à atenção ao aluno em questão.
    Passado algum tempo a F. retorquiu:
    - Professora, o M. mexeu tanto na pila que ela agora está para cima!
    Toda a turma se levantou para ver o que se passava com M.
    Obriguei-os a sentar e ocupar os seus lugares.
    Ficaram a rir-se baixinho, quando de repente outro aluno A. disse calmamente:
    «- Não sei porque vos estais a rir. Um rapaz quando dá um beijo a uma rapariga e gosta, fica com a pila para cima e dura!»
    Fez-se silêncio na sala.
    O M. Pede-me para ir à casa de banho e eu autorizo, mas ia com a pilita levantada.
    Depois disto tive que sair porque já não aguentava mais a vontade de rir.
    Tive e tivemos uma aula de Educação Sexual sem contar.
    Nestas idades as crianças surpreendem-nos de tal forma que por vezes nem sabemos como atuar."

    Retirado integralmente de um perfil do facebook.

    O que vos apraz dizer sobre a actuação da professor@? Será que foi adequada? O que quererá dizer a postura da professor@? Será que se tivesse formação adequada em Educação Sexual a actuação teria sido diferentes?

  10. Educação sexual: sim ou não? [REGRESSO AO PASSADO]

    quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

    É impressionante a quantidade de inverdades, mitos e crenças que se escutam neste debate. O Dr. Duarte Vilar tentou informar e argumentar, mas do outro lado havia uma (ou duas) almas inflexíveis!
    Podem ver o vídeo aqui. 
    ...e a educação sexual não é facultativa! Garantidamente!

  11. SRSS, n.º 4

    segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

    Já se encontra disponível, para consulta e download gratuito, o número 4 da revista Saúde Reprodutiva, Sexualidade e Sociedade (aqui).
    Destaco, pela relevância para este blogue, o artigo "Questionário de comunicação em educação sexual na escola - versão adolescentes: estudo de validação com jovens portugueses" (aqui).
    Relembro que esta revista digital é da responsabilidade da APF.

  12. Esbofeteia a menina!

    terça-feira, 6 de janeiro de 2015

    É impressionante a mensagem deste vídeo. Acima de tudo, dá-nos esperança na nova geração de homens.
    É interessante, urgente e enriquecedor colocar rapazes mais velhos ou até a adultos a reflectir sobre este vídeo.


  13. O machismo pode matar

    quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

    Pela sua excelência, partilhamos um excerto da crónica de Elza Pais no Público online (aqui).

    "A violência de género é uma manifestação das relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que tem conduzido à discriminação destas, impedindo-as de ser livres. É um mecanismo crucial que força as mulheres a uma posição de subordinação, constituindo uma das mais graves violações dos direitos humanos. É uma estratégia de controlo e domínio que exacerba as problemáticas masculinidades de não aceitação da autonomia, respeito e vontade da outra pessoa.
    Enquanto uma sociedade não eliminar a violência contra as mulheres, verá sempre a paz e a democracia ameaçadas! Uma sociedade não pode ser justa, enquanto houver pessoas que, por medo ou por precariedade, motivadas pela crise ou por outra qualquer razão, tiverem de silenciar a violência que as impede de ser livres.
    A casa é dos espaços mais violentos das sociedades modernas, como diz Anthony Giddens, onde o lugar do afeto é simultaneamente o lugar da violência e onde as relações de amor se transformam em relações tóxicas, de tortura, que podem levar à morte.
    O abandono do silenciamento e a consequente visibilidade da violência nessas catedrais de tortura é indiscutivelmente revelador de uma certa consciência moral a que a civilização está ligada. Mas a persistência e o aumento da violência no espaço doméstico é também revelador da profunda incapacidade de se efetuarem ruturas com modelos conjugais e valores que, como diz J. Kellerhals, exacerbam uma enorme contradição – onde o lugar da realização é simultaneamente o espaço do constrangimento.
    Mas a violência de género não é uma inevitabilidade. Se foi socialmente construída, através do enraizamento histórico de uma cultura de desrespeito pelos direitos das mulheres, de uso da força e do poder como forma de as controlar e dominar, pode ser socialmente combatida, pelo seu antídoto – um novo modelo civilizacional que promova a igualdade, a cidadania e novas relações sociais de género."

  14. Resultados de estudo sobre vih/sida

    quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

    Quase 20% dos universitários da zona Centro não usaram preservativo em relações ocasionais

    Talvez a educação sexual no secundário e no básico não tenha sido a mais adequada. Até porque há mais dados preocupantes revelados neste estudo.

  15. WEBINAR: Narrativas Digitais em Educação Sexual

    quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

    O Projeto WebEducaçãoSexual  vai levar a cabo mais um webinar. Neste caso denomina-se "Narrativas Digitais em Educação Sexual" e vai ter lugar no próximo dia 10 de Dezembro, às 21 horas.
    Se não poderem assistir em directo é possível fazê-lo posteriormente no youtube.

  16. Direito à Educação Sexual Inclusiva

    domingo, 30 de novembro de 2014


  17. Jogo que previne a violência no namoro adolescente

    domingo, 23 de novembro de 2014

    Chama-se UnLove e é um jogo online, grátis. Tem como temática a prevenção da violência no namoro e destina-se a adolescentes e jovens.
    O jogo possibilita aos participantes, através de diferentes ‘avatars’, vivenciarem e aprenderem a gerir situações de conflito, abuso ou violência física e psicológica entre os elementos do casal.

    Trata-se de um projecto desenvolvido por estudantes do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro


  18. Festival Mudanças

    terça-feira, 18 de novembro de 2014

    No âmbito das atividades do projeto Falar Disso: Cooperação e Participação pelos Direitos Sexuais e Reprodutivos d@s Jovens no Algarve, realiza-se o evento Festival Mudanças Algarve: Arte e Direitos Sociais, dias 20, 21 e 22 de Novembro, em Faro.
    O evento pretende chamar a atenção para a situação dos Direitos Sexuais e Reprodutivos dos Jovens na região do Algarve na sequência do projeto Falar Disso e dar origem a um documento final de todo este processo – a Agenda Jovem de Direitos Sexuais para o Algarve.
    Mais informações aqui.
    O programa é o seguinte:

  19. O título do post é uma promessa de Teresa Morais, Secretária de Estado da Igualdade.

    Diz a Secretária de Estado em entrevista ao semanário Sol:
    "Há um conjunto de medidas novas para a Educação, que é uma das áreas onde o país menos investiu nos últimos anos. Em 2015, teremos acções de formação e promoção nas escolas, materiais pedagógicos novos para formação de docentes e pessoal auxiliar e instrumentos que os professores podem usar para servir de guião nas aulas do básico e secundário. O próprio Programa Escola Segura vai sofrer uma transformação para começar a detectar sinais de violência familiar."

    A ver vamos se, mais uma vez, não ficamos pelas promessas. O material até é capaz de chegar. E o resto?!
    Notícia completa aqui.

  20. Assédio nas ruas

    terça-feira, 4 de novembro de 2014

    O vídeo tem sido amplamente divulgado na comunicação social e nas redes sociais, no entanto, pode constituir uma excelente ferramenta para uma sessão de educação sexual sobre tópicos como o assédio e a igualdade de género, entre outros. 
    Será que se fosse um homem seria igual? Será correto? Será que ela devia era ficar lisonjeada pelas abordagens? Será que se fosse uma mulher de que gostassem (mão, irmã, namorada, amiga,...) pensariam da mesma forma? - são algumas das questões que, por certo, suscitarão muita discussão. Será também interessante promover um debate entre rapazes e raparigas sobre este tópico, mas onde cada um dos géneros será o defensor do género oposto.
    Bom trabalho.