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  1. Papa Francisco contra a marginalização dos homossexuais
    “Se uma pessoa que procura Deus de boa vontade, e é gay, quem sou eu para a julgar?” 

  2. Testemunho: "Viver com VIH e hepatite C"

    terça-feira, 23 de julho de 2013

    "Um relato impressionante de luta contra a SIDA" - assim começa um longo artigo onde uma mulher conta a sua história de vida. É um testemhunho impressionante mas que, devidamente enquadrado e analisado, resultará muito bem numa sessão de educação sexual.
    Está disponível aqui.

  3. Katie Hill, 19 anos, nasceu menino com o nome Luke. Atualmente, namora Arin Andrews, 17 anos, que nasceu como Emerald, uma menina que ganhou concursos de beleza e fazia ballet, mas que secretamente queria pilotar motos, fazer triatlo e escalada. Ambos tiveram infâncias difíceis, pois foram alvo de brincadeiras maldosas na escola e de um enorme conflito interno, pois não se reconheciam quando se viam ao espelho. Arin diz que não entendia porque tinha que ficar na fila das meninas quando os professores os separavam para algumas atividades. “Foi uma tortura todos os dias” - diz Arin.
     

     
    Está em inglês, mas é um documento extremamente importante para debater a questão da identidade de género, do transgenerismo e da transexualidade.
     
    Já agora, os menos informados podem dar uma vista de olhos nesta página da Rede Ex Aequo.

    Transgénero é um individuo que possui uma identidade de género diferente do género de nascimento. Transexuais são indivíduos que possuem uma identidade de género diferente do género do nascimento, à semelhança dos trangéneros. Ainda assim destacam-se pelo desejo de viver e ser aceito como sendo do sexo oposto. A OMS trata a transexualidade como um transtorno de identidade de género e só quando o médico detecta o transtorno, a cirurgia de mudança de sexo é possível acontecer. (fonte)

  4. Representações de género na publicidade

    terça-feira, 16 de julho de 2013


     
    Três estudantes universitários canadianos criaram este vídeo onde abordam os papéis e esteriótipos de género e a forma como eles são usados na publicidade. Segundo os próprios: "we wanted to show how ridiculous media portrays gender roles and stereotypes in advertising through presenting gender roll reversals." O vídeo é super interessante para ser usado numa sessão de educação sexual, especialmente com alunos(as) acima dos 12 anos, embora os mais novos também o posso ver e analisar às sua maneira.

  5. Dicas para falar com filhos(as) sobre sexualidade

    quinta-feira, 11 de julho de 2013

    Algumas questões com que sou amiúde confrontado: Como posso falar com o meu(minha) filho(a) sobre sexualidade? Em que contexto? Por onde começar? O que dizer? Que assuntos posso tratar? E se não souber responder?
    Um dos meus próximos projetos irá passar por aqui (em princípio!), contudo partilho um pequeno apontamento do SIECUS sobre esta temática:
                 + em inglês (aqui)      + em espanhol (aqui)

    ...e também uma pequena publicação, em inglês, sobre o assunto.


  6. No relatório (aqui) apresentado pela Ordem dos Psicólogos ao Grupo de Trabalho Co-Adopção, pode ler-se:
    "As evidências científicas sugerem então que decisões importantes sobre a vida de crianças e adolescentes (como a determinação da co-adopção) sejam tomadas não com base na orientação sexual dos pais, mas na qualidade das suas relações com os pais.
    Conclui-se que os resultados das investigações psicológicas apoiam a possibilidade de co-adopção por parte de casais homossexuais, uma vez que não encontram diferenças relativamente ao impacto da orientação sexual no desenvolvimento da criança e nas competências parentais."
    (p. 31)

  7. Participação na Prova Oral

    sexta-feira, 5 de julho de 2013

    Amanhã vou estar à conversa com o Fernando Alvim e a Xana Alves. O mote é a Educação Sexual na Escola, mas de certeza que iremos aflorar outros temas. Acontece, entre as 19 e as 20h, na Prova Oral da Antena 3. Fiquem à escuta.
    Depois colocarei aqui o podcast. (o podcast está aqui)
    Actualização: Devido a um imprevisto, a minha participação na prova oral não vai acontecer amanhã, mas em data que brevemente anunciarei.

    Actualização 2: Participei ontem, 4 Julho, na Prova Oral. O programa, ao estilo de conversa de café, com as mudanças de assunto e piadas típicas do Alvim, correu bem, pena o tempo ter sido pouco e o meu microfone não ser dos melhores! Ficou muito por dizer sobre Educação Sexual. 

  8. Pequeno questionário para Pais/Mães

    segunda-feira, 1 de julho de 2013



  9. Falta de assertividade ou passividade desinformada?!

    sexta-feira, 28 de junho de 2013

    Correio da Manhã, 28 de Junho de 2013

  10. Música

    segunda-feira, 24 de junho de 2013

    Quantos estereótipos conseguem encontar neste vídeo? E na letra da música?
    Façam o exercício com os vosso alunos(as), filhos(as), ...
     


  11. O números são referentes ao ano de 2012 e foram divulgados no início de Maio.
    A notícia é do jornal i e pode ser lida aqui.



  12. Segundo a imprensa local, a mulher (...) terá ficado grávida num encontro de uma noite. O pai não assumiu as suas responsabilidades e, sem dinheiro para abortar, ela optou por esconder a gravidez (...)
    A criança nasceu no sábado à tarde, na casa de banho partilhada de um prédio. A mulher garantiu ainda que tentou apanhar o bebé, mas que ele escorregou pelo cano. (...)
    Os casos de gravidezes fora do casamento têm estado a aumentar na China, em parte devido à falta de educação sexual. Uma socióloga citada pela Associated Press, Li Yinhe, disse que mais de 70% dos jovens adultos chineses têm relações sexuais antes do casamento mas, nas escolas, os professores recusam dar aulas de educação sexual e de falar sobre contracepção, por não quererem ser acusados de incentivar esta prática.
    Fonte: Público

  13. É mesmo uma Guerra Civil!

    terça-feira, 18 de junho de 2013

    Excelente crónica de Ferreira Fernandes no Diário de Notícias de hoje.

  14. "Precious" (2009)

    sexta-feira, 14 de junho de 2013

    Hoje, concentramo-nos num excelente filme - Precious.
    Originalmente denominado "Precious: Based on the Novel 'Push' by Sapphire" ganhou notoriedade ao ser agraciado com vários prémios nos festivais de Sundance e de Cannes, entre outros. Como o título original sugere baseia-se no romance 'Push' de Sapphire, pseudónimo da escritora norte-americana Ramona Lofton. Conta no elenco com Mariah Carey e Lenny Kravitz.
    Em 2010 foi nomeado para seis Óscares, tendo vencido dois - melhor actriz secundária (Mo'Nique, a mãe de Precious) e melhor guião adaptado.
    A história, como podem ver no trailer, gira em torno de uma rapariga chamada Clarice "Precious" Jones. Precious, de 16 anos, é obesa, não sabe ler e escrever e está grávida do 2º filho. Originária de uma família disfuncional, vive no gueto de Nova Iorque com a sua manipuladora e violenta mãe.
    Precious procura vencer a iliteracia com ajuda de uma motivadora professora, mas sobretudo vencer a teia negativa e decadente em que está presa.
    O filme é duro, mas muito bom.


    O filme é bom e didático porque coloca os adolescentes em contacto com várias realidades que (felizmente) para a maioria são apenas ficção. No entanto, defendo que este material audiovisual, como outros, por si só, deixam muito por explorar. Necessitam, em primeiro lugar, de um enquadramento claro, específico e ajustado. Posteriormente, tem de ser devidamente explorado. Nesta análise sugiro que as temáticas sejam abordadas de forma encadeada, uma vez que, tal como no filme, elas surgem inúmeras vezes associadas.

    >> Análise e sugestão de guião de exploração do filme (aqui).
    >> 
    Artigo "Corpo, violência sexual, vulnerabilidade e educação libertadora no filme “Preciosa: uma história de esperança" (Godoi & Neves, 2011) (aqui)

  15. Aquela Pequena Vírgula É O Meu Filho

    domingo, 9 de junho de 2013

    Foi lançado, em finais de Maio, o livro 'Aquela Pequena Vírgula É O Meu Filho. A Experiência da Gravidez na Adolescência' da autoria de Dina Carvalho, investigadora da Universidade do Minho.
    O livro resulta da tese de doutoramento da autora, sendo que para tal visitou 11 hospitais, debruçou-se sobre 70 histórias de vida, incluindo entrevistas às jovens e depoimentos dos respetivos namorados e mães.
    A autora, à margem da apresentação pública do livro, disse que "estas meninas engravidaram 'quase sem querer', sobretudo porque precisavam de alguém que lhes desse amor, atenção, companhia, segurança".
    Acrescenta ainda que "é a entrada precoce no mundo dos adultos, que projeta estas mães e pais para novas descobertas, desafios, responsabilidades e contextos de interação e atuação que não são característicos da sua faixa etária".
    Dina Cravalho refere que este estudo considera "fundamental o envolvimento sistemático do pai do bebé nos desafios da parentalidade" enquanto dinamizador da adaptação da adolescente à gravidez.

  16. Preocupante

    quinta-feira, 6 de junho de 2013

    Notícias preocupantes que, hoje, fazem capa no Diário de Notícias.Em primeiro lugar é necessário não descurar o apoio às crianças vítimas destes horríveis abusos.
    Em segundo, devem ser punidos os agressores, no entanto, é necessário ter em atenção que os agressores jovens, muito jovens, também necessitam de acompanhamento especializado. Não basta castigar por castigar!
    Em terceiro lugar é urgente perceber a razão por que os abusos triplicaram nas escolas. Será porque há mais denúncias? Será pelo contexto sócio-económico? Será porque a Educação Sexual está a ser posta para segundo plano? Inclino-me para esta última!
    Em quarto, os números do abuso sexual sobre crianças em Portugal são altos. É necessário e urgente fazer algo. 


    A nível europeu estima-se que uma em cada cinco crianças são vítimas de abusos, sendo que 75 a 85% são perpetrados por alguém de confiança. Neste propósito, o Concelho da Europa criou a campanha 'One in Five' onde encontramos imenso materiais e estudos que podem ser um excelente recurso para os profissionais, pais e todos que, direta ou indiretamente, trabalham com crianças e jovens.
    Em breve voltarei a este tema e apresentarei materiais específicos para professores e educadores poderem trabalhar este tema.

  17. Dia Mundial da Criança

    sábado, 1 de junho de 2013

    Hoje comemora-se o dia Mundial da Criança. Para além de celebrar, importa avaliar se os direitos consagrados na Declaração Universal dos Direitos da Criança estão a ser assegurados.
    Neste dia de celebração é muito importante dar a conhecer às crianças os seus direitos.

    Aqui estão eles em versão para crianças. E aqui em versão para adultos.
     

    * Não deixa de ser curioso que apenas os Estados Unidos da América e a Somália não tenham, até ao momento, ratificado a Declaração Universal dos Direitos da Criança. Portugal ratificou em 21 de Setembro de 1990.

  18. A Educação Sexual Lá em Casa

    quinta-feira, 30 de maio de 2013

    Muitos pais/mães têm dúvidas sobre como e quando abordar "aquele" assunto com os seus filhos(as). O conselho que dou é: sejam sinceros e respondam sempre, pois se não o fizerem eles vão procurar a informação noutro local - colegas e internet - onde, na maior parte das vezes, encontram informação deturpada e recheada de mitos e estereótipos.
    Convém lembrar que o silêncio também é uma forma de fazer educação sexual, mas seguramente que não é a forma mais recomendável!


    A APF tem uma publicação que ajuda os pais com mais dificuldades a abordarem este assunto:
    "Pontos nos is - A Educação Sexual Lá em Casa"

  19. "Até agora todos os homens que tivessem tido relações homossexuais após 1977 estavam automaticamente proibidos de dar sangue no Canadá. O país decidiu agora alterar a lei de 1983 e permitir as doações por parte dos homossexuais, mas com uma excepção que está a gerar polémica: os dadores devem ter cumprido um período de celibato de pelo menos cinco anos. (...)
    O efeito perverso das restrições
    Aliás, investigadores de vários países têm vindo a argumentar que estas restrições estão desactualizadas, tendo em conta os desenvolvimentos tecnológicos do teste para o VIH e que, além disso, há vários grupos com riscos e aos quais não são impostas restrições. O Reino Unido também só aboliu esta restrição em 2011, mas ela ainda vigora, por exemplo, nos Estados Unidos. Além disso, há estudos que mostram que a proibição de os homossexuais doarem sangue pode ter o efeito perverso de estes mentirem sobre as suas práticas sexuais.
    (...)
    Alguma discriminação em Portugal
    Em Portugal, apesar de a lei não excluir os homossexuais, têm vindo a público algumas denúncias de discriminação na hora de dar sangue. Por exemplo, no ano passado o Bloco de Esquerda comunicou um caso concreto ao Ministério da Saúde e o partido garantiu que muitos homossexuais continuam a ser impedidos de doar sangue." [retirado daqui]

    Fonte: Público

  20. A Crise e os Jovens

    sexta-feira, 24 de maio de 2013

    Por estes dias, vai acontecendo muita coisa interessante e digna de relevo no que concerne aos cuidados que devemos dispensar às crianças e jovens. 
    Na saúde, decorre o Congresso em que me encontro a participar; em termos de Segurança, e políticas associadas, aconteceu hoje a VII Conferência "Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente" promovida pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC), que contou com a presença, entre outras individualidades, da Rainha Sofia de Espanha.

    À boleia desta Conferência, o DN diz: "Crise pode levar jovens a mendigar e a prostituirem-se"
    «...a coordenadora do Projeto Rua do IAC, Matilde Sirgado, revelou que as equipas têm detetado, desde 2012, um "maior movimento" de jovens na rua, adolescentes entre os 14 e os 16 anos que "não estão propriamente a dormir na rua, mas que utilizam ou são explorados na rua, estão em risco, alguns em perigo mesmo".
    Segundo Matilde Sirgado, podem estar a "praticar a mendicidade, a prostituição e o tráfico de estupefacientes".
    Jovens, apontou, com "vínculos" familiares "frágeis" ou que fugiram de instituições de acolhimento, ou em que "as condições" de vida das suas famílias "se deterioraram", com "o acentuar da pobreza económica", fruto da crise.
    Os casos, sobre os quais o IAC não dispõe ainda de números concretos, têm sido diagnosticados, pelas equipas de rua ou por meio de denúncias, sobretudo na Baixa lisboeta e perto de grandes superfícies comerciais.
    Trata-se de adolescentes que, de acordo com Matilde Sirgado, abandonaram precocemente a escola e que, estando "entregues a si próprios", normalmente "passam rapidamente de vítimas a infratores".»
    (aqui)

    Resta referir que esta é uma realidade consumada e, infelizmente, vivenciada em vários locais do nosso país, sobretudo em zonas de imigração e sazonalidade. A Escola não se pode demitir, é-lhe exigido que esteja alerta e seja eficaz na deteção e denúncia destes casos. O abandono escolar e o absentismo nunca acontecem por acaso!