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O que faz aos adolescentes ver pornografia
sábado, 11 de abril de 2015
Recomendo a leitura deste artigo do DN de hoje a todos(as) os(as) educadores(as) e professores(as). É muito bom e versa sobre um assunto que não é consensual, mesmo na comunidade científica.
(...) Confessando que ainda não teve sexo com alguém - "Nunca encontrei a pessoa certa, quero que isso aconteça quando estiver apaixonado." -, Roberto não tem receio de que o consumo de pornografia lhe tenha de alguma forma "viciado" as expectativas. "Compreendo que haja a possibilidade de haver pessoas influenciadas pelo jogo de papéis que há na pornografia, os homens dominadores, as mulheres submissas, a ideia do sexo sem contexto, dos corpos como objetos, mas isso é para quem não consegue separar a realidade da ficção. Eu sei que a realidade é diferente, que aquilo é feito com atores." Ainda assim, admite que pode ter sido algo influenciado pela forma como, naquele universo, as coisas se passam, até em termos do tipo de atos sexuais encenados: "Em certas coisas, sim. Mas deve haver partes em que é como ali e outras que não." (ler tudo aqui)Publicada por Rui à(s) 16:24 | 0 comentários |
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Sem comentários!
quinta-feira, 26 de março de 2015
Homossexualidade ainda é considerada uma doença por alguns médicos
(...)A constatação faz parte do estudo Saúde em Igualdade - Pelo acesso a cuidados de saúde adequados e competentes para pessoas lésbicas, gays, bissexuais e trans, realizado com recurso a 600 inquéritos, feitos entre Junho e Novembro de 2014. Especificamente em relação aos 249 inquiridos que estão a ser seguidos ao nível da saúde mental ou psicoterapia, pelo menos 27 pessoas (11%) afirmaram que o profissional de saúde lhes sugeriu que a homossexualidade é uma doença e pode ser "curada".
(...)
"Numa consulta, a médica, cuja especialidade era ginecologia, considerou a homossexualidade como uma doença, para a qual é necessário tratamento", refere uma mulher lésbica, de 21 anos. Outra, com 27 anos, conta: "A enfermeira que fez a triagem questionou a relação que eu tinha na altura com uma pessoa do mesmo sexo, dando a entender que era uma fase".ler o resto aquifonte: público onlineAlguns depoimentos retirados do estudo:“A pessoa que me ‘entrevistou’ para efeitos de teste de HIV foi bastante indelicada julgando os comportamentos sexuais que partilhei ter feito. Fê-lo de uma forma desadequada, que me deixou bastante embaraçado. Não voltei mais àquele serviço. Na altura não apresentei queixa, mas devia tê-lo feito.” Homem gay, 27 anos“Perguntaram-me pelo meu parceiro, sem considerar que podia ter uma relação com uma mulher.” Mulher bissexual, 37 anos“Levei algumas vezes ‘lições moralistas’ sobre a minha orientação sexual.” Homem gay, 46 anos“Consultei um psiquiatra no final de uma relação. Após ter descrito todos os problemas que me levaram a consultá-lo, o comentário dele foi: ‘Mas porque é que uma menina tão bonita se anda a envolver com outras meninas?’. Dada a análise, levantei-me e saí.” Mulher bissexual, 38 anos“Deixaram de me atender da mesma forma no centro de saúde assim que disse que a pessoa que fazia parte do meu agregado familiar era minha namorada.” Mulher lésbica, 24 anos“Procurando criar empatia comigo, [o/a profissional de saúde] pôs-se a contar anedotas homofóbicas.” Homem gay, 58 anos“Na primeira consulta com um ginecologista a reação à minha orientação sexual foi, apesar da tentativa de disfarce, de embaraço. Optou por não me observar, demonstrando total incapacidade de lidar com a situação.” Mulher lésbica, 37 anosPublicada por Rui à(s) 16:52 | 0 comentários |
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Tema sexo quase não entra nas salas de aulas
domingo, 15 de março de 2015
Fala-se de sexo nas escolas mas quase só fora das salas de aulas. A educação sexual já quase não existe, ora por falta de estratégias ora de preparação de professores, que chegam a evocar objeção de consciência. (aqui)
Não saímos da cepa torta!Publicada por Rui à(s) 15:27 | 0 comentários |
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Bem-estar de crianças na parentalidade lésbica/gay
quinta-feira, 12 de março de 2015
Mais um mito que a ciência se encarrega de destruir.
A Escola de Direito de Columbia, nos EUA, efectuou uma revisão de estudos internacionais sobre o efeito da parentalidade gay/lésbica no bem-estar das crianças. Foram analisados 75 estudos, revistos por pares, e publicados em revistas cientificas, desde 1980.
Concluiu-se que, 71 do total de 75 estudos, afirmam que não há diferenças entre o bem-estar de crianças criadas em contexto de uma relação heterossexual ou homossexual. Apenas 4 concluem o contrário, mas contém uma (grave) limitação: as crianças com mães lésbicas/pais gay foram misturadas com crianças de famílias que passaram por um divórcio, um grupo conhecido por enfrentar maiores riscos relacionados com o trauma da separação familiar.
No abstract da revisão pode ler-se:
We identified 75 scholarly studies that met our criteria for addressing the wellbeing of children with gay or lesbian parents. Of those studies, 71 concluded that children of gay or lesbian parents fare no worse than other children. While many of the sample sizes were small, and some studies lacked a control group, researchers regard such studies as providing the best available knowledge about child adjustment, and do not view large, representative samples as essential. We identified three studies concluding that children of gay or lesbian parents face added disadvantages. Since all three took their samples from children who endured family break-ups, a cohort known to face added risks, these studies have been criticized by many scholars as unreliable assessments of the wellbeing of LGB-headed households. Taken together, this research forms an overwhelming scholarly consensus, based on over three decades of peer-reviewed research, that having a gay or lesbian parent does not harm children.Publicada por Rui à(s) 21:48 | 0 comentários |
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Dia Internacional Mulher na imprensa
domingo, 8 de março de 2015
De Pequim a Lisboa. Um longo caminho
(...) E quando olhamos para o fenómeno a nível regional, o “em média” volta a escamotear a realidade. Há países que já deram um grande passo e estão na vanguarda. Portugal está a andar para trás. As estatísticas do Eurostat dizem que a disparidade salarial entre homens e mulheres diminuiu 0,9 pontos percentuais na União Europeia, para os 16,4%, entre 2008 e 2013. No mesmo período, Portugal registou o maior aumento na disparidade salarial, de 9,2%, para os 13%. (...) [tudo aqui]
Editorial do Público----- * -----“Continua a haver uma hierarquia masculina”, diz Isabel do Carmo
No último meio século, a mudança do estatuto da mulher na sociedade portuguesa foi radical. Isabel do Carmo recorda histórias de outro tempo. [tudo aqui]
Fonte: Público online----- * -----Opinião de Catarina Furtado no Público:Ao lado de uma grande Mulher há sempre outra grande Mulher
A desigualdade entre os dois géneros significa que não estão a ser dadas oportunidades a milhares de mulheres no mundo inteiro para utilizarem o seu potencial e contribuírem para o desenvolvimento económico. [tudo aqui]
-----*-----Ainda não estamos lá. Hillary Clinton pede às mulheres que protestem tirando a foto das redes sociais
Antiga primeira-dama norte-americana convidou as mulheres a tirarem a sua fotografia do perfil das redes sociais, para mostrar que estão ausentes dos círculos políticos e dirigentes. (ler o resto aqui)
Fonte: DNPublicada por Rui à(s) 14:49 | 0 comentários |
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Aproveito o facto de hoje se assinalar o Dia Internacional da Mulher para partilhar uma grande panóplia de materiais para trabalhar tópicos como: a igualdade de género; a violência doméstica; a violência no namoro; eliminação de estereótipos, mitos e preconceitos associados aos géneros; ...
# "1 Dia para Agir" - sugestão de actividades para trabalhar os tópicos atrás enunciados, no pré-escolar, no 1.º, 2.º e 3.º ciclos e no ensino secundário (aqui).
# Kit Pedagógico sobre Género e Juventude - Educação não formal para o mainstreaming de género na área da juventude (aqui)
# COOLKIT - Jogos para a Não-Violência e Igualdade de Género (aqui)
# Poster "Investir em Igualdade" (aqui)
# Sítios ONUMulheres - inúmeros informações, sugestões, declarações, vídeos, gráficos, ...Publicada por Rui à(s) 14:32 | 0 comentários |
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Seminário: Educação Sexual: da investigação às políticas e práticas
quinta-feira, 5 de março de 2015
O Centro de Psicologia da Universidade do Porto vai organizar, a 18 de Abril de 2015, o Seminário "Educação Sexual: da investigação às políticas e práticas".
Todas as informações aqui.Publicada por Rui à(s) 22:46 | 0 comentários |
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E o OSCAR vai para... a IGUALDADE DE GÉNERO!
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Publicada por Rui à(s) 23:46 | 0 comentários |
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O Amor Não Tem Rótulos
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
No dia dos Namorados, a Ad Council montou um ecrã de raio-X gigante numa rua de Santa Mónica, Califórnia, nos EUA e convidou todos os que passeavam na avenida a observar vários esqueletos a abraçarem-se, beijarem-se e dançarem.
Perante a surpresa dos inúmeros espectadores, os esqueletos foram revelando-se ao público: primeiro um casal de duas mulheres; depois um homem e uma mulher de raças diferentes; duas irmãs, uma delas portadora de deficiência ou dois amigos de religiões diferentes. Tudo para mostrar a capacidade que o ser humano tem de amar e eliminar os julgamentos baseados no que se vê – seja raça, idade, género, religião, sexualidade ou incapacidades.
“Antes de tudo o resto, somos humanos”, lê-se no site da campanha “Love Has No Labels” (“O Amor Não Tem Rótulos”), onde é possível aceder a relatos em primeira mão sobre discriminação e responder a quizzes sobre o assunto. “É altura de abraçarmos a diversidade. Vamos pôr de lado rótulos em nome do amor”, pedem.
Fonte: Público onlinePublicada por Rui à(s) 11:46 | Etiquetas: amor, diversidade, igualdade, não-discriminação, respeito | 0 comentários |
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A Educação Sexual no reino do "faz-de conta"
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Eu ando a dizer (e a escrever) isto há muito tempo!
Educação Sexual no currículo para acabar com "faz-de-conta"
"...a especialista Zélia Anastácio, da Universidade do Minho, afirma que em Portugal “a lei está longe de estar cumprida” e que o que se passa nas escolas, neste campo, “é uma espécie de faz de conta”. Para inverter a situação defende a instituição de um tempo definido no horário dos alunos, em todos os ciclos de ensino, dedicado exclusiva e especificamente à matéria; o aumento do número mínimo de horas destinadas ao tema bem como a sua distribuição ao longo do ano lectivo; e uma aposta na formação dos professores em contexto de trabalho.
“Tenho a perfeita noção de que a sugestão de integrar um momento dedicado à Educação Sexual nos horários dos alunos assusta muita gente. Porque – e eu concordo – a Educação Sexual não é, nem se pretende que seja, uma disciplina. A questão é que esta pode ser a única forma de sair da situação em que caímos”, justifica a investigadora.
Em entrevista ao PÚBLICO, fez notar que “as áreas curriculares não disciplinares nas quais Educação Sexual devia ser integrada (como a Formação Cívica, por exemplo) acabaram entretanto” e que “a abordagem numa lógica de transversalidade, inerente a todas as disciplinas, também prevista na lei, está a resultar numa desresponsabilização”. “O que se verifica é que todos podem fazer e, na verdade, ninguém faz”, afirma Zélia Anastácio."
Ler o resto... FONTE: Público onlinePublicada por Rui à(s) 13:48 | 0 comentários |
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Campanha contra a Violência no Namoro
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Publicada por Rui à(s) 11:48 | 0 comentários |
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sábado, 7 de fevereiro de 2015
Publicada por Rui à(s) 10:09 | 0 comentários |
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Educação sexual: maioria das escolas continua “em incumprimento da lei”
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Por muito que se diga o contrário, a minha experiência e, no caso, as pesquisas afirmam que a educação sexual não acontece, de forma aceitável, na maioria das escolas. Para além de estarmos perante um desrespeito da lei, estamos a contribuir negativamente para a saúde e para a felicidade de um enorme número de crianças e jovens.
Esta notícia do Correio do Minho cita um estudo coordenado por Zélia Anastácio onde se concluiu o atrás explanado.
"Um estudo da Universidade do Minho revela que a generalidade das escolas dos ensinos básico e secundário “está em incumprimento da lei” no que diz respeito à educação sexual. Apesar de existir legislação desde 1984, ainda há professores “objetores de consciência” e instituições que preferem evitar “questões fraturantes”, como o aborto e a orientação sexual, afirma a investigadora Zélia Anastácio. A solução está na realização de ações capazes de formar devidamente os profissionais, desinibindo-os perante determinados temas e derrubando conceções erróneas que limitam a sua atuação.
A especialista, que trabalha o tema da sexualidade há quase duas décadas, está a coordenar um projeto, apoiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, que visa munir os professores e técnicos de escolas e instituições de acolhimento de competências para o ensino “adequado” da educação sexual. Na prática, pretende-se que estes profissionais saibam planear projetos educativos que respondam às necessidades reais das crianças e dos jovens. Dos cerca de 150 docentes envolvidos no estudo, a maioria referiu não se sentir “preparada” para lecionar educação sexual, “por esta não se relacionar com a sua área de formação”. Um receio que foi ultrapassado com a participação em formações intensivas."
Ler o resto aqui.Publicada por Rui à(s) 21:42 | 0 comentários |
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Divulgação de Congresso de Educação Sexual
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
No âmbito do Projeto CESMEMI, vai realizar-se, a 26 e 27 de Março de 2015, o "Congresso de Educação Sexual em Meio Escolar e Meio Institucional". Vai acontecer na Universidade do Minho.
Todas as informações sobre o Congresso e o Projecto CEMEMI encontram-se aqui.Publicada por Rui à(s) 21:12 | 0 comentários |
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Manifesto de uma 7.ª coelha a favor da Educação Sexual
domingo, 25 de janeiro de 2015
Partilho este interessante artigo de Isabel Stilwell no Jornal i.
Declaração de interesses: sou uma sétima coelha, de uma família de oito coelhos. Estou muito grata por a minha mãe não ter feito as contas, porque tenho tirado muito partido de 54 anos que já cá cantam. Ressalvo que nunca senti que o facto de não ter sido planeada resultasse nalguma discriminação em relação aos seis coelhos que me antecedem."Para sermos menos coelhos, precisamos de mais Educação Sexual. Aquela que tem sido boicotada nas nossas escolas
Primeiro achei pilhas de graça à imagem que o Papa utilizou para tornar claro que os bons católicos... não precisam de se reproduzir como coelhos. O próprio estava com o ar mais sério deste mundo e inclusivamente pediu desculpa pelo uso da expressão. Mas a mensagem já tinha passado. Pode agora vir meio mundo dizer que não afirmou nada que não estivesse nos documentos da Igreja há uma eternidade, mas a verdade é que numa simples frase Francisco tornou a política da Igreja em relação a este assunto mais clara que todos os outros antes dele. Bingo!
Segundo, quando ouvi as declarações deitei as mãos à cabeça e pensei que o pobre ia ouvir um sermão mal aterrasse em Roma. Fiquei muito triste ao ver que precisou de vir prestar esclarecimentos. Os mal-entendidos só podem resultar de má-fé e falta de sentido de humor. É pena que tenha de lhes passar cartão.
Terceiro, achei lamentáveis as reportagens dos dias seguintes, em que os jornalistas foram a correr à procura de famílias com muitos filhos para lhes perguntarem se tinham tido aquelas crianças porque queriam! A questão era, desde logo, impossível: quem é que vai dizer a um jornalista "olhe sim, este e este foram planeados, este foi um azar, e agora este aqui..."
Até porque planear não é sinónimo de desejar, e muito menos de amar - como todos os pais sabem, no momento em que se pega num filho ao colo não se concebe que pudesse não ter existido.
Quarto, não entendo porque é que os métodos contraceptivos não abortivos não estão incluídos nos meios que "Deus nos deu de sermos responsáveis". Suspeito que certa Igreja teme que sem o medo de uma gravidez, encarada aqui como castigo, os comportamentos sexuais dos católicos passariam a ser como os dos coelhos.
Quinto, dito isto, parece-me inacreditável o pouco que se conhece dos métodos naturais, que não implicam encher o corpo feminino de hormonas, e que são cada vez mais científicos e fiáveis. Só conhecendo as alternativas se pode fazer uma escolha livre.
Sexto, o relatório da OCDE divulgado esta semana sobre as escolas revela que o impacto de 90% dos programas e medidas implementadas pelo Ministério da Educação de 2008 a 2014 não foi avaliado. Entre eles estão certamente os programas que, em conjunto com o Ministério da Saúde, previam a Educação Sexual nas escolas, e que foram sucessivamente boicotados. Porque raio se há-de aprender o aparelho reprodutor do coelho e deixar o humano, e todas as suas implicações, de fora? Como é possível que alguns sectores, nomeadamente da Igreja, resistam a que faça parte da aprendizagem dos nossos filhos, sem medo de que mais informação leve a mais riscos, quando todos os estudos indicam que acontece precisamente o contrário? Afinal como é que podemos ambicionar uma paternidade responsável para todos, católicos ou não, se os alunos das nossas escolas não forem ajudados a conhecer-se melhor a si próprios, a entender os seus sentimentos e emoções, a respeitar os outros e a si mesmos? Nunca entendi que aqueles que mais advogam a importância dos "valores" da família, que se aprendem em casa, depois tenham medo que os filhos os percam no primeiro embate com a realidade. Ou com os coelhos."Publicada por Rui à(s) 18:25 | 0 comentários |
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Oficina de Formação: "Educação Sexual em Contexto Escolar. Vamos falar daquilo?!"
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Vou ter o prazer de dinamizar esta oficina de formação entre Fevereiro e Maio de 2015.É coordenada pelo Centro de Formação Dr. Rui Grácio - Associação de Escolas de Lagos, Aljezur e Vila do Bispo.
Fico a aguardar a presença dos que trabalhem na zona.
Publicada por Rui à(s) 21:51 | 0 comentários |
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Relatos de Educação Sexual em sala de aula
domingo, 18 de janeiro de 2015
"Trabalho há 27 anos no 1.º ciclo e aconteceu-me uma coisa que me deixou sem palavras... ( mas houve quem resolvesse o assunto muito bem)!
Tenho um 2.º ano e à data do acontecimento os alunos em causa tinham 6, 7 anos.
A situação passou-se em contexto sala de aula.
Vou alterar os nomes e abreviar para ser mais fácil.
F. - Professora, o M. Está a mexer na «pila»!
Chamei à atenção ao aluno em questão.
Passado algum tempo a F. retorquiu:
- Professora, o M. mexeu tanto na pila que ela agora está para cima!
Toda a turma se levantou para ver o que se passava com M.
Obriguei-os a sentar e ocupar os seus lugares.
Ficaram a rir-se baixinho, quando de repente outro aluno A. disse calmamente:
«- Não sei porque vos estais a rir. Um rapaz quando dá um beijo a uma rapariga e gosta, fica com a pila para cima e dura!»
Fez-se silêncio na sala.
O M. Pede-me para ir à casa de banho e eu autorizo, mas ia com a pilita levantada.
Depois disto tive que sair porque já não aguentava mais a vontade de rir.
Tive e tivemos uma aula de Educação Sexual sem contar.
Nestas idades as crianças surpreendem-nos de tal forma que por vezes nem sabemos como atuar."
Retirado integralmente de um perfil do facebook.
O que vos apraz dizer sobre a actuação da professor@? Será que foi adequada? O que quererá dizer a postura da professor@? Será que se tivesse formação adequada em Educação Sexual a actuação teria sido diferentes?Publicada por Rui à(s) 17:12 | 0 comentários |
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Educação sexual: sim ou não? [REGRESSO AO PASSADO]
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
É impressionante a quantidade de inverdades, mitos e crenças que se escutam neste debate. O Dr. Duarte Vilar tentou informar e argumentar, mas do outro lado havia uma (ou duas) almas inflexíveis!
Podem ver o vídeo aqui.
...e a educação sexual não é facultativa! Garantidamente!Publicada por Rui à(s) 19:12 | 0 comentários |
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SRSS, n.º 4
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Já se encontra disponível, para consulta e download gratuito, o número 4 da revista Saúde Reprodutiva, Sexualidade e Sociedade (aqui).Destaco, pela relevância para este blogue, o artigo "Questionário de comunicação em educação sexual na escola - versão adolescentes: estudo de validação com jovens portugueses" (aqui).Relembro que esta revista digital é da responsabilidade da APF.Publicada por Rui à(s) 18:31 | 0 comentários |
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Esbofeteia a menina!
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
É impressionante a mensagem deste vídeo. Acima de tudo, dá-nos esperança na nova geração de homens.
É interessante, urgente e enriquecedor colocar rapazes mais velhos ou até a adultos a reflectir sobre este vídeo.
Publicada por Rui à(s) 22:44 | 0 comentários |


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