Rss Feed
  1. Os Usos do Tempo de Homens e de Mulheres em Portugal

    terça-feira, 28 de junho de 2016

    Os jornais e sites noticiosos fizeram várias manchetes com os resultados do estudo que titula este artigo. Há títulos para todos os gostos, mas quase todos refletem uma realidade - a igualdade de género continua a ser uma meta distante!

    O dado que mais me entristece é o facto de 70% das mulheres achar que é justo o desequilíbrio nas tarefas domésticas, em seu prejuízo. Como disse a coordenadora do estudo ao Público “há uma naturalização, tanto de homens como de mulheres, relativamente ao que continua a ser socialmente esperado de si, no contexto das famílias. E daí este grau menos apurado de percepção das injustiças que rodeiam esta realidade”. Eu acrescentaria que são muitos séculos de uma sociedade machista e patriarcal.


    Ainda não consegui aceder ao estudo, quando o fizer partilharei por aqui.


  2. Esterilização de deficientes: Governo averigua denúncias sobre um tema “tabu”

    Há muito que sabia desta realidade, mas pensei que já não existisse. Pelo menos com participação e conivência do SNS, da ordem dos médicos e, em última instância, do estado português. Enganei-me!
    Mais a mais, numa altura em que passam 6 anos da ratificação portuguesa da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, onde se prevê, entre outros aspetos, que estas têm direito a uma vivência plena da sua sexualidade. Também o Código Deontológico da Ordem dos Médicos refere que “em casos de menores ou incapazes, os métodos de esterilização irreversíveis” implicam “sempre” o “prévio consentimento judicial”, o que, claramente, não tem acontecido.
    Contudo, já em abril as Nações Unidas tinham denunciado que, em Portugal, pessoas com deficiência, “especialmente aquelas que foram declaradas legalmente incapacitadas, continuam a ser, contra sua vontade, objecto de interrupção da gravidez, esterilização” e outras intervenções.

    Sei que, eticamente, o assunto é complicado, mas a esterilização forçada e sem consentimento remete-nos para um quadro onde negro onde sobressaem os EUA do início do século passado ou para a Alemanha nazi.

    Aconselho também a leitura do seguinte testemunho de uma mãe:
    “A laqueação das trompas da minha filha foi das decisões mais difíceis que tive que tomar”

  3. "Espelho Eu"

    quarta-feira, 22 de junho de 2016

    O projeto Espelho Eu é resultado de uma parceria entre o Instituto de Apoio à Criança (IAC), a Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual e Identidade de Género (AMPLOS) e a empresa BENEXT.

    Para já é uma página de facebook - “Espelho Eu”, mas pretende ser uma plataforma de informação e partilha sobre diversidade de expressões e de identidade de género na infância. Está na calha um site e há conferências, workshops e ações de formação pensadas sobre o tema.
    Transcrevo alguns excertos de noticia do Observador sobre este projeto:

    “Há uns anos fui professora de uma turma fantástica de 1º ano. Alunos com 5 e 6 anos. Havia um menino que não gostava de ir jogar à bola com os colegas. O que ele gostava mesmo era de ficar com as raparigas a fazer desfiles de moda. Quando fazíamos teatrinhos, perguntava-me sempre: ‘Professora, posso escolher a minha personagem? Quero fazer qualquer uma desde que seja uma menina!'”
    A vontade de Vasco (nome fictício) ilustra uma expressão de género diferente da esperada, com base no género atribuído à nascença. Neste caso, Vasco nasceu rapaz porque assim indicou o seu órgão genital. Mas, aos 6 anos, Vasco baralhou o que era expectável e gosta mesmo é de coisas ditas femininas.
    (...)
    Conheci um pai que proibiu o filho de brincar com bonecas, então o menino andava sempre com desenhos de bonecas com ele. Outros só deixam os filhos estar 10 minutos a brincar com as bonecas, negoceiam o tempo, como se fosse algo nocivo. Tipo quando os pais só deixam os filhos estar 10 minutos no iPad”, aponta Margarida.
    O menino mais novo que apareceu na AMPLOS tinha 4 anos. O mais velho tinha 10 anos. Aqui há (mesmo) diferenças entre eles e elas. Elas “são mais livres de brincar como querem”, nota Margarida, e não alarmam tanto as famílias. Já quando eles fogem dos estereótipos masculinos, o despertador soa mais alto. “A família não acha muita piada a um menino que goste de usar brilhantes, ou rosa choque, ou que adore a Chica Vampiro. Há quem evite alguns almoços e jantares para não expor os filhos, porque os amigos da família fazem comentários. Ou então ralham com os filhos e ordenam: ‘Não vais sair de casa assim’. O estigma é muito grande”, sublinha a professora Marta, uma das responsáveis do IAC por este projeto.
    Há muitos estereótipos nas salas de infantário. Há o cantinho das bonecas, o canto dos carrinhos, o canto da cozinha e do ferro de engomar. Sem querer, estes espaços condicionam a expressão de género”, diz Margarida Faria.
    O conflito interior da criança pode desencadear um conflito nas famílias. “Temos pais que se estão a separar e que têm posições diferentes nestas questões. São famílias que discordam na maneira de tratar o assunto”, esclarece Margarida Faria. Há sobretudo alguma dificuldade em falar sobre o assunto, porque temem os rótulos,“temem que o filho venha a ser homossexual ou transexual”, acrescenta a professora.
    (...)
    Ser ‘maria-rapaz’ acaba por não fazer mal, até é engraçado, mas ser ‘mariquinhas’ já é diferente”, sublinha Marta Rosa.
    O nome, esse, é um trocadilho com a expressão do pedaço de vidro que nos mostra quem somos. É fruto de uma ação pro-bono da BeNext, que também desenhou o logótipo. “O nome é uma evolução de ‘Espelho Meu’. É um reflexo mais profundo do que se é além do que se vê à primeira vista. A relação com o espelho pode parecer óbvia mas, no caso destas crianças, é o momento em que se confrontam com a ‘sua’ imagem que pode não corresponder àquilo que elas ‘são’ no seu íntimo“, explica Raul Reis, diretor criativo da agência de publicidade e design.
    A imagem do projeto reflete precisamente essa fusão entre feminino e masculino. “Representa essas dúvidas que chegam da intimidade. O círculo representa o mundo fechado em que estas crianças vivem, porque têm duvidas sobre a aceitação. Os dois rostos dão esta dupla função de causar essa ambiguidade. Esta figura que se vê ao espelho vê na realidade outra figura”, remata o criativo.
    Esta é também uma questão de cores. Tanto o IAC como a AMPLOS clamam pelo fim dos “bibes cor de rosa e azul” e da “chuva de roupas rosa ou azul que rebenta quando a grávida diz de que sexo é o bebé”. Em vez disso, sugerem que seja dada liberdade pelos pais e educadores para que as crianças escolham as brincadeiras, os desportos e as roupas que quiserem. O próprio logótipo não foi colorido ao acaso.“Quisemos escolher cores mais ambíguas que também refletissem a dúvida, e fugir ao óbvio rosa e azul”, explica Raul.
    Segundo a presidente da AMPLOS, um dos objetivos principais é dizer a crianças e famílias “que não estão sozinhas” e passar a mensagem, através de testemunhos e artigos, de que “é essencial que as crianças cresçam em ambientes seguros, livres, venham a ser o que forem. A fluidez de género é só isso — fluidez de género. O futuro não se sabe”, sublinha.
    A página é gerida em conjunto pelas duas organizações e por pais de crianças com fluidez de género. Os professores e médicos são alvos preferenciais: “Nós no IAC sabemos que há professores que não sabem lidar com uma expressão de género diferente na sala de aula ou no recreio. Há crianças que são encaminhadas para o psiquiatra.As atitudes que se tomam nesta idade podem ter consequências terríveis”, adverte.
    Vasco queria ser uma menina nas peças de teatro da escola e o pedido não foi problemático. Nem para a professora Marta Rosa nem para as restantes crianças. “Ele assumia a personagem de menina em tudo: na voz, nos gestos, no andar. Os outros miúdos achavam imensa piada. Mas isto nem sempre acontece assim”, conclui a professora.

  4. Contraceção de longa duração

    domingo, 19 de junho de 2016

    Tudo, mas mesmo tudo, que sempre desejou saber sobre contraceção de longa duração pode ser encontrado neste magnífico site, patrocinado pela Bayer. Pois...não há almoços grátis!


    É super intuitivo, usa linguagem simples e clara. Cientificamente, apresenta-se sem mácula e, visualmente, é muito interessante.
    Deve fazer parte dos favoritos de todas as mulheres e homens, jovens e menos jovens. Sim, homens também! Embora o corpo seja da mulher e a decisão final seja dela, penso que o homem também deve ser ouvido na politica contracetiva/planeamento familiar a seguir pelo casal. 


    Também é possível descarregar uma checklist para ajudar a conhecer e a decidir (se se pretender) qual a contraceção de longa duração mais adequado para cada caso específico.

  5. Ilustrar Sentimentos

    sexta-feira, 10 de junho de 2016

    No âmbito da oficina de formação "Educação Sexual em Contexto Escolar: da Teoria à Prática" que tive o prazer de orientar em Lagos, propus às formandas que realizassem a atividade 'Ilustrar sentimentos'. Esta atividade consiste em, tal como no nome diz, ilustrar, com desenhos, palavras, imagens,... um sentimento. No caso, os sentimentos/emoções foram sorteados, mas poderiam ter sido de escolha livre.

    Esta pode ser uma atividade muito interessante para abordar com os(as) alunos(as) a temática dos afetos. Poderá culminar numa exposição dos trabalhos elaborados. 


    No caso da oficina que orientei, os trabalhos eleitos como sendo os melhores foram os seguintes: 


  6. E se fosse consigo? - Violência Doméstica

    terça-feira, 7 de junho de 2016


  7. Violência no namoro

    segunda-feira, 6 de junho de 2016

    O tema da violência no namoro entrou na trama da série juvenil da TVI - Massa Fresca.
    Os atores que interpretam as personagens que retratam o problema participam neste vídeo, publicado no Facebook da novela/série da TVI, onde dão algumas pistas sobre como detetar e o que fazer na presença de violência no namoro.
    Os dois jovens atores terminam o vídeo referindo "se não acabaste até aqui, acaba, porque daqui para a frente só vai piorar. Pede ajuda a amigos e família. Porque só faz sentido namorar com uma pessoa que gosta de ti".

  8. O Centro Hospitalar de São João (CHSJ) realizou pela primeira vez, uma cirurgia de reatribuição sexual de feminino para masculino.
    Para a realização desta cirurgia foram envolvidas quatro equipas constituídas por profissionais de saúde especializados em várias áreas como sendo a cirurgia plástica reconstrutiva e estética, a ginecologia e a urologia. O utente em causa é seguido na Consulta de Medicina Sexual de Clínica de Saúde Mental e Psiquiatria do CHSJ e já tinha sido efetuada a mastectomia bilateral (remoção do tecido mamário das duas mamas) e histerectomia com anexotomia (remoção do útero).
    Nas palavras de Álvaro Silva, diretor do Serviço de Cirurgia Plástica do CHSJ: “Enquanto se realizava a faloplastia (construção do pénis) com retalho livre antebraquial radial esquerdo pela equipa de cirurgia plástica, o grupo de profissionais especializados em Ginecologia realizou a vaginectomia (remoção da vagina) a que se seguiu o alongamento da uretra e cistostomia (colocação do cateter urinário na bexiga) realizado por um urologista, bem como a construção do escroto (bolsa testicular) por um cirurgião plástico.”
    A equipa de Cirurgia Plástica trabalhou em conjunto na finalização da cirurgia que consiste na preparação dos vasos e nervos para a transferência do falo e respetivas anastomoses.
    “Esta cirurgia multidisciplinar só foi possível com a preciosa colaboração dos três serviços já referidos, mas também do serviço de anestesia que manteve o utente anestesiado durante as 12 horas da cirurgia, bem como toda a equipa de enfermagem do bloco operatório”, afirma Álvaro Silva.
    O Cirurgião plástico acrescenta que “o sucesso desta cirurgia deveu-se de forma significativa o investimento feito pelo CHSJ, na formação dos médicos internos de cirurgia plástica em centro de referência internacional na cirurgia de reatribuição sexual.

  9. Materiais 'Educa-Sexual'

    sábado, 21 de maio de 2016



  10. E se fosse Consigo? - Violência no Namoro

    terça-feira, 17 de maio de 2016


  11. Portugal entre os que mais asseguram direitos de gays e transexuais (aqui)

    No entanto,...


    • A ILGA aproveitou a comemoração deste dia para apresentar o Relatório da Discriminação em Função da Orientação Sexual e da Identidade de Género 2015 (aqui).
    • Casos de homofobia nas escolas não chegam ao Ministério da Educação (aqui)

  12. Concordo plenamente com  o editorial do DN de hoje.

  13. Mais um passo no sentido da modernidade

    sexta-feira, 13 de maio de 2016

    Parlamento aprova "barrigas de aluguer" e procriação medicamente assistida
    A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira as propostas que permitem o acesso à gestação de substituição - as chamadas "barrigas de aluguer" - em casos de ausência de útero (ou lesão ou doença desse órgão) e sobre o alargamento da procriação medicamente assistida (PMA) a todas as mulheres. [ler tudo aqui]
    Fonte: DN


    Por que não se deve dizer "barrigas de aluguer"?

    Filomena Gonçalves, vice-presidente da Associação Portuguesa de Fertilidade, explica porque é que deve dizer-se "maternidade de substituição" ou "gestação de substituição" em vez de "barrigas de aluguer": "O conceito de barrigas de aluguer é muito hollywoodesco, foi importado porque em muitos países é feito um contrato de aluguer do útero e existe uma compensação monetária".
    No entanto, em Portugal, a lei aprovada "prevê que haja um empréstimo benévolo do útero". Assim, acrescenta Filomena Gonçalves, "evita-se que seja criado um mercado e que haja um aluguer do corpo". A lei serve apenas para mulheres com problemas associados ao útero poderem cumprir o sonho de serem mães.
    Fonte: TSF

  14. E se fosse consigo? - Homofobia

    terça-feira, 10 de maio de 2016


  15. Campanha para uso do preservativo

    sábado, 7 de maio de 2016


  16. Foram vendidas em 2015 mais de 170 360 mil embalagens de pílula do dia seguinte, mais 30% do que em 2012, ano em que foram vendidas 132.029 pílulas.

    Ao mesmo tempo que houve um aumento de venda da pílula do dia seguinte, os dados apontam para uma diminuição do número de interrupções voluntárias da gravidez. Em 2010 realizaram-se 20.137 abortos, 19.282 em 2013 e 16.589 em 2014.

    A Associação para o Planeamento da Família (APF) revela como causas principais para o aumento dos números de venda da pílula do dia seguinte a insuficiente educação sexual, dificuldades financeiras para adquirir contraceção primária e o aumento da eficácia da pílula, cujo efeito agora se estende à “janela terapêutica de cinco dias”.

    Vera Carnapete, psicóloga e terapeuta sexual, afirma que o aumento da venda de pílulas do dia seguinte se prende com a incorreta utilização de preservativos, afirmando que, embora nas escolas seja transmitida a informação sobre o que é um preservativo, não se ensina aos alunos como o colocar.
    2007 foi o ano em que se venderam mais pílulas do dia seguinte em Portugal, tendo sido registadas 237 mil vendas.

    FONTE: Observador.pt

  17. Webinar: Violência no Namoro

    segunda-feira, 25 de abril de 2016

    O Projeto WebEducaçãoSexual organiza, às 22horas de 28 de Abril, uma webinar sobre  a temática da violência no namoro.
    Todos os detalhes aqui.

  18. Dia Mundial do Beijo

    quarta-feira, 13 de abril de 2016

    Hoje, dia 13 de abril, comemora-se o dia mundial do beijo.
    O beijo tanto pode ser uma expressão de afeição, de amor, de proximidade, de reverência ou de atração sexual. O seu significado varia de cultura para cultura, conforme o contexto social e a época.
    Para além da dimensão social, o beijo tem impacto no corpo de quem beija: um beijo liberta endorfinas, tendo por isso um poder calmante. E um beijo na boca pode transferir milhões de bactérias, o que pode ser bom, pois estimula o sistema imunitário. É só vantagens.
    São conhecidas, algumas até icónicas, cenas de beijo do cinema. Quem não se lembra do beijo entre Leonardo DiCaprio e Kate Winslet no filme 'Titanic', do beijo dos cowboys em 'O Segredo de Brokeback Mountain', do beijo à chuva marcou no filme 'Match Point' de Woody Allen, ... Tal é a importância dos beijos que até existe a categoria 'Melhor Beijo' nos MTV Movie Awards.
    Poderíamos também falar de beijos famosos presentes na escultura, na pintura, na literatura, entre outras artes, contudo importa destacar o gesto de amor/carinho/atração/reverência enquanto fulcral (ou não!) nas relações humanas.



    Há cerca de 2 anos, numa apresentação/workshop algures no Baixo Alentejo, criei este pequeno vídeo com a mensagem - "Um beijo é um beijo!".

  19. O papa Francisco, com a inteligência e a razoabilidade que o caracterizam, reconhece o inevitável. Só se lamenta que a Igreja demore tanto para dar passos tão pequeninos.

    A exortação apostólica do Papa Francisco com as conclusões do Sínodo da Família, divulgada hoje, rejeita que a educação sexual passe por “banalizar e empobrecer a sexualidade”.
    A educação sexual deve ser realizada “no contexto duma educação para o amor, para a doação mútua”, sublinha o documento, intitulado ‘Amoris laetitia’ (A Alegria do Amor).
    Francisco rejeita, por exemplo, a expressão “sexo seguro”, por considerar que transmite “uma atitude negativa a respeito da finalidade procriadora natural da sexualidade, como se um possível filho fosse um inimigo de que é preciso proteger-se.
    “Deste modo promove-se a agressividade narcisista, em vez do acolhimento”, acrescenta.
    Para o Papa, a sexualidade corre o “grande risco de se ver dominada pelo espírito venenoso do ‘usa e deita fora’”.
    “A educação sexual oferece informação, mas sem esquecer que as crianças e os jovens ainda não alcançaram plena maturidade. A informação deve chegar no momento apropriado e de forma adequada à fase que vivem”, observa ainda.
    Francisco lamenta que se tenha perdido a noção do “pudor”, que considera “uma defesa natural da pessoa que resguarda a sua interioridade e evita ser transformada em mero objeto”.
    “Sem o pudor, podemos reduzir o afeto e a sexualidade a obsessões que nos concentram apenas nos órgãos genitais”, realça.
    O Papa entende que é diferente “compreender as fragilidades da idade” de “encorajar os adolescentes a prolongarem a imaturidade da sua forma de amar”.
    “Mas, quem fala hoje destas coisas? Quem é capaz de tomar os jovens a sério? Quem os ajuda a preparar-se seriamente para um amor grande e generoso? Não se toma a sério a educação sexual”, adverte.
    Fonte: Agência Ecclesia