Está disponível para ver em qualquer altura. A temática é muito interessante.
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Webinar: "A formação docente em Educação Sexual frente aos Direitos Humanos"
terça-feira, 23 de junho de 2015
Aconteceu hoje (21:30h) mais um webinar do Projeto WebEducaçãoSexual.
Está disponível para ver em qualquer altura. A temática é muito interessante.
Publicada por Rui à(s) 23:00 | 0 comentários |
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Números Oficiais das Interrupções da Gravidez em 2014
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Tenho lido algumas interpretações menos sérias, para não usar outro adjectivo, dos números da interrupção da gravidez, em 2014, em Portugal. Descubram as diferenças nas duas imagens seguintes:
Para tirarem as vossas conclusões e não se deixarem encarneirar ou tirar conclusões mais sensacionalistas, podem consultar o relatório da Direcção Geral de Saúde aqui.
Eu, neste espaço, faço três comentários:
1) Houve 59 jovens com menos de 15 anos a fazerem interrupção da gravidez em 2014 (destas 52 fizeram-no por sua opção), mas não será preferível este dado a ter 59 mães adolescentes?
2) Os números da interrupção da gravidez relativos ao ano de 2014 diminuíram 9,3% relativamente ao ano anterior.
3) Oito mulheres já fizeram 10 ou mais interrupção da gravidez. [Ao cuidado do Correio da Manhã]Publicada por Rui à(s) 22:04 | 0 comentários |
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O amor
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Publicada por Rui à(s) 20:29 | 0 comentários |
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Crianças transgénero. Manual de instruções para pais confusos.
sábado, 13 de junho de 2015
Apesar do artigo falar em pais confusos sobre a identidade de género em crianças, eu acrescentaria que este texto também é de leitura obrigatória para todas(os) as(os) educadoras(es) e professoras(es).
É conciso, objectivo e centra-se na opinião de uma especialista mundial no assunto. É um artigo fundamental para quem quer entender todo o enquadramento e complexidade desta temática.
Está aqui.Publicada por Rui à(s) 11:55 | 0 comentários |
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Operational Guidance for Comprehensive Sexuality Education: A Focus on Human Rights and Gender
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Mais um importante documento que me passou despercebido...até hoje!
O documento é da autoria da Fundo para a População das Nações Unidas (UNFPA em inglês) e intitula-se "Operational Guidance for Comprehensive Sexuality Education: A Focus on Human Rights and Gender". É de Dezembro de 2014, mas só agora, meio ano depois, foi detectado pelo nosso radar.
Pode ler na introdução o propósito deste documento:
"The right of access to comprehensive sexuality education (CSE) is grounded in fundamental human rights and is a means to empower young people to protect their health, well-being and dignity. This Operational Guidance sets out UNFPA’s framework for CSE, which is one of five prongs to UNFPA’s Adolescent and Youth Strategy. It is also linked with the other four prongs, which are focused on: evidenced-based advocacy for development, investment and implementation; building capacity for sexual and reproductive health service delivery, including HIV prevention, treatment and care; bold initiatives to reach the most vulnerable; and youth leadership and participation."Publicada por Rui à(s) 17:38 | 0 comentários |
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Mais de um milhar de meninas residentes em Portugal em risco de serem sujeita a Mutilação Genital
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Mais de mil das quase seis mil meninas residentes em Portugal que integram comunidades que praticam a mutilação genital feminina (MGF) podem estar em risco de serem sujeitas à prática, conclui um estudo europeu.
Juntamente com a Irlanda e a Suécia, Portugal é um dos países-piloto do estudo "Estimativa das meninas em risco de mutilação genital feminina na União Europeia", realizado pelo Instituto Europeu para a Igualdade de Género (EIGE).
Segundo a pesquisa, a taxa de risco das meninas até 18 anos residentes em Portugal (tendo ou não nascido no país) e pertencentes a comunidades que mantêm uma prática com efeitos físicos e psicológicos permanentes é de 5 a 23% – correspondentes a 292 e 1342 meninas. Ler o resto aqui|| Fonte: PúblicoPublicada por Rui à(s) 10:50 | 0 comentários |
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Na Holanda a educação sexual começa no pré-escolar
sábado, 6 de junho de 2015
The case for starting sex education in kindergarten
A notícia, acima apontada, explicita como se desenrola a educação sexual das crianças em idade pré-escolar na Holanda. Faz uma análise dos tópicos que são abordados e aponta o quanto este precoce início da educação para a sexualidade pode contribuir para uma vivência saudável e responsável da sexualidade na adolescência e na idade adulta.
Partilho um exemplo de uma planificação de uma aula (sessão) de educação para a sexualidade usada no programa referido na noticia. (aqui)
Este pequeno vídeo mostra um pouco do que por lá é feito.Publicada por Rui à(s) 11:04 | 0 comentários |
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Um em cada quatro jovens acredita que a violência no namoro é normal
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Um estudo da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) concluiu que mais de um quarto dos jovens considera a violência psicológica algo natural e cerca de 31% dos rapazes acha legítimo pressionar a parceira para ter relações sexuais.
Quando o assunto é violência no namoro o objectivo é estabelecer os limites entre o que é amor e o que é violência. Embora pareça simples, nem sempre as pessoas têm noção desses limites e muitos vivem relações violentas convencidos de que é tudo normal, de que é amor.
Um estudo realizado no âmbito do projecto Artways – Políticas Educativas e de Formação contra a Violência e Delinquência Juvenil comprovou isso mesmo concluindo que 27% dos jovens inquiridos consideram normal a violência psicológica e, pelo menos, 7% já foi vítima de agressão física. A violência psicológica é, por vezes, a que passa mais despercebida, mas que pode acontecer de várias formas que podem até ser muito simples. Actos como pegar no telemóvel do companheiro sem autorização ou proibir o uso de determinadas peças de roupa são considerados normais numa relação. “Parecem inócuos, mas a ideia de controlo, de que o meu namorado é minha posse, já são sinais de violência”, avisa Maria José Magalhães, presidenta da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR). (ler o resto da notícia)Publicada por Rui à(s) 21:34 | 0 comentários |
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Agenda
quarta-feira, 27 de maio de 2015
No próximo dia 30 de Maio de 2015 estarei na Escola Superior de Educação e Comunicação da Universidade do Algarve para proferir uma comunicação sobre sexualidade e educação sexual na infância e início da adolescência.
Esta actividade está inserida no seminário de encerramento das actividades lectivas do Mestrado de Educação de Infância.
O programa completo pode ser consultado aqui.Publicada por Rui à(s) 18:38 | 0 comentários |
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Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia
domingo, 17 de maio de 2015
Comemora-se hoje o Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia. Este ano o mote é reconhecer e proteger os direitos das crianças e jovens LGBT e erradicar todas as formas de violência e discriminação de que são alvo.
Existe um sítio net dedicado a este dia onde é disponibilizado um vasto leque de materiais. Um deles é um poster com dados sobre a razão para existência de um dia para defender os direitos da comunidade LGBT.Publicada por Rui à(s) 18:03 | 0 comentários |
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Partilho um artigo do Público que dá conta da forma como a Suécia lida com a igualdade de género. Desde logo tem um Governo que se define como feminista e pasme-se - uma ministra da Igualdade. Como se tal não bastasse, este elenco governativo tem criado um quadro legislativo que encoraja (e até obriga) a que igualdade seja uma realidade - por exemplo, obrigar 40% de mulheres a mandar e incentivar a partilha de licenças parentais.
Atentem neste excerto:"No Centro Täppan, um jardim-de-infância de Estocolmo conhecido pelo seu “trabalho na área da igualdade de género” com as crianças, quase não há carrinhos e não se avistam Barbies. Aqui, aposta-se em brinquedos “mais neutros” do ponto de vista do género, explica Yvonne Häll, a coordenadora da instituição que todos os dias recebe 80 crianças entre os 12 meses e os cinco anos.
Yvonne Häll mostra como se trabalham “outros materiais” — panos, papel, madeiras, adereços vários, de chapéus a sapatos antigos, de vestidos de bailarina a fatos de pirata. Faz parte de um plano: “Encorajamos as crianças a ter tolerância e respeito umas pelas outras. Não construímos espaços para rapazes ou para raparigas. Utilizamos diferentes tipos de materiais e tentamos que as crianças os explorem. Se um rapaz veste um vestido, a menina não diz: ‘Ah, não podes usar isso porque és rapaz’ — aqui eles não têm essa atitude, são crianças muito pequenas, não trazem isso com elas, e nós não alimentamos estereótipos.”
A ideia é libertar as crianças das expectativas e das exigências que a sociedade tem, tradicionalmente, em relação a rapazes, por um lado, e raparigas, por outro. E se o menino chega a casa e diz aos pais que andou a experimentar vestidos, não lhe vêm pedir explicações?
A educadora de infância sorri: “Imaginem um círculo onde estão várias qualidades que uma pessoa pode ter: a bondade, a inteligência, etc… aqui, queremos oferecer a cada criança todas as boas qualidades. Não dizemos assim: ‘Esta qualidade é de menina e esta de menino.’ Damos tudo a todos e eles farão depois as suas escolhas sobre o que querem ser. Quando se explica isto aos pais, ninguém contesta. Porque é simples.” (todo o artigo aqui)Publicada por Rui à(s) 12:45 | 0 comentários |
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Educação Sexual: do Saber ao Fazer.
terça-feira, 12 de maio de 2015
Partilho um excelente trabalho organizado pelo Centro de Formação de Associação de Escolas Braga/Sul. O título diz tudo - é preciso saber e saber fazer educação sexual. Para além de um conjunto de artigos teóricos, apresenta relatos de práticas de educação sexual nos diferentes ciclos de ensino.
Leitura obrigatória!TOMO ITOMO IIPublicada por Rui à(s) 21:13 | 0 comentários |
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Nos últimos quatro anos nasceram 212 bebés de mães com menos de 15 anos
domingo, 10 de maio de 2015
Está uma adolescente preparada para ser mãe? Há diferença se resulta ou não de uma violação? O que ela tem a dizer conta na decisão de ter ou não o bebé? Quais os efeitos para o futuro? Muitas perguntas e muitas resposta porque não há uma fórmula igual para ajudar cada uma das jovens. Entre 2014 e 2011 nasceram em Portugal 212 bebés de mães com menos de 15 anos, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística. (ler o resto aqui)
Fonte: DNPublicada por Rui à(s) 14:52 | Etiquetas: gravidez na adolescência, Noticias | 0 comentários |
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Não tenho a minha vagina comigo!
sábado, 9 de maio de 2015
Em Montreal, no Canadá, uma estudante foi suspensa da sua escola devido às respostas que deu num teste de educação sexual. A aluna em questão chama-se Mariah Fridman e tem 14 anos. A irmã da adolescente denunciou a situação e partilhou numa rede social as respostas que Mariah havia dado num teste sobre objeções ao uso do preservativo.
Há, no entanto, alguns pormenores nesta notícia que me deixam desconfiado. Vejamos:1) Tanto quanto sei, não existe uma disciplina de educação sexual nos currículos canadianos, como é referido nalgumas notícias;2) Não me parece que 'teste' seja o termo mais adequado para definir o documento, pois não me parece que tenha como objectivo avaliar conhecimentos;3) Alguns termos escritos pela aluna são inapropriados, mas daí à suspensão da escola vai alguma uma distância, a menos que o Canadá tenha um estatuto do aluno a sério!Apesar do atrás referido, Mariah deu respostas geniais! Eis algumas pérolas:Não tenho um preservativo comigo. "Não tenho a minha vagina comigo"Os preservativos são nojentos, odeio-os. "Tal como os bebés"Publicada por Rui à(s) 12:32 | 0 comentários |
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Como a publicidade pode ser construtiva ou o (doce) elogio da diversidade
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Publicada por Rui à(s) 22:53 | 0 comentários |
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...a propósito da criação da lista de pedófilos
domingo, 26 de abril de 2015
Diz Mauro Paulino, psicólogo clínico e forense, em entrevista ao Público de hoje, que:
"A criança devia aprender desde cedo que zonas do corpo podem ou não ser tocadas – e caso isso aconteça a quem podem ou não recorrer. Há várias formas de ensinar isso. Uma criança com quatro ou cinco anos pode muito bem pintar num desenho a vermelho as zonas do corpo que não podem ser tocadas e a verde as que que podem. “Estas zonas a vermelho só quando a mãe dá banho, ou quando vais ao médico”, pode dizer-se-lhe. O facto de isto não ser ensinado aumenta a probabilidade de abuso. Todo o ensino passa por chamar pilinha e pipi aos órgãos sexuais em vez de pénis e vagina, que são palavras proibidas. Se a criança lidar com a palavra pénis ou vagina com normalidade desde tenra idade, se tiver que as evocar fá-lo-á com mais facilidade: alguém mexeu, alguém fez. Outra coisa básica que se deve ensinar à criança desde cedo é que uma coisa são surpresas e outra são segredos. O abuso sobrevive mais tempo através do segredo. Por isso, temos de ensinar-lhe que os segredos têm um prazo – a festa-surpresa para a avô, por exemplo – e não se têm com todos os adultos."
Ler o texto completo aqui.Publicada por Rui à(s) 15:53 | 0 comentários |
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Sexo.Amor.Vidas
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Mais um guia de autoria da APF. Gratuito e muito bem elaborado, como sempre!
"Este guia fala sobre o amor, o sexo, a sexualidade e as relações – os altos e baixos e o que está ou não na moda. Os sentimentos e as ideias sobre sexo e sexualidade são influenciados por tudo e por todos, incluindo os amigos, família, cultura, televisão, anúncios, revistas. Tantas informações, podem ajudar, mas também podem baralhar. Este guia dá-te uma informação clara para te ajudar a viver melhor o amor, o sexo, as relações e a vida de um modo gratificante e seguro.
A quem se dirige
Aos jovens adultos – homens, mulheres, sejam eles heterosexuais, bissexuais, gays, lésbicas, àqueles que não querem fazer sexo e àqueles que já o fizeram muito/pouco/nunca… a ti!"
Está disponível aqui.
Publicada por Rui à(s) 00:05 | 0 comentários |
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Violência no namoro e redes sociais
sábado, 18 de abril de 2015
Um “gosto” no facebook também potencia a violência no namoro
Quatro em cada dez namoros são marcados por episódios de violência. Alguns envolvem ameaças com armas. Ciúmes e tentativa de controlo na origem das agressões
Uma simples fotografia partilhada no facebook, por mais discreta que seja, de rosto ou corpo inteiro, ter cem “gostos” de desconhecidos, não acarretará, à partida, grande problema entre jovens casais. Mas a conversa pode mudar com um simples like de alguém da mesma turma ou da mesma escola. Sobretudo se for do sexo oposto. “É aí que muitas vezes começam os problemas e a violência nos namoros”, alerta um grupo de estudantes da Escola Lima de Freitas, em Setúbal.
Estranha teoria? Até pode ser, mas é transversal aos depoimentos escutados pelo DN junto de jovens de 16 anos que participaram no seminário “Juventude de Setúbal diz não à violência no namoro”. Inês explica que um like colocado por um rapaz na foto de uma amiga da mesma escola suscita “forte tendência para os ciúmes” quando esta tem namorado. “A maioria dos rapazes e das raparigas não querem que os namorados tenham esses ‘ gostos’, porque acham que é como se estivessem a gostar delas ou deles”, acrescenta Letícia, enquanto Daniela prefere falar em “falta de respeito e de espaço” e Ruben lamenta que muitos casais da sua idade “até partilhem perfis no Facebook para controlarem tudo o que andam a fazer”.
Rafaela não duvida que “a violência no namoro consegue ser quase secreta entre alguns casais da sua geração, mas está presente de várias formas”, e Bruno explica que ainda há muitos rapazes que batem nas namoradas “porque até há uns anos atrás era natural o homem bater na mulher”.
É aqui que reside uma das preocupações da Associação de Apoio à Vítima. “Enquanto acharem que bater é normal numa relação, temos um problema grave”, justifica Balbina Silva. A representante do núcleo de Setúbal da APAV revela que cada vez que os técnicos vão às escolas deparam- se com casais de alunos para quem a “agressividade faz parte do namoro, pois consideram que ter ciúmes e controlar o outro é sinal de amor. Foram criados com esses conceitos”.
Mas há números a sublinhar as preocupações. Um estudo do Instituto Universitário da Maia, realizado no Norte do país, a um universo de 1056 jovens inquiridos, apurou que 417 ( 39,5%) admitiram estar ou ter estado envolvidos em relações de namoro abusivas. A investigadora Sofia Neves, que dirigiu o inquérito, revelou que os atos são de natureza física, sexual e emocional, revestindo- se alguns de “particular gravidade”, por incluir ameaça com armas e apertos de pescoço. As raparigas praticam mais violência física ao nível da bofetada, mas sofrem mais apertos de pescoço, insultos, impedimentos de contactos com outras pessoas, perseguições e gritos.
Já um segundo estudo nas escolas públicas no distrito do Porto concluiu junto de 107 raparigas que as causas de violência são atribuídas a problemas familiares, ciúmes, controlo, nervosismo dos rapazes, término das relações de namoro. Quanto às causas explicativas de violência sexual, o inquérito destaca a conduta das raparigas, vestuário e pressão social no sentido de perderem a virgindade o mais precocemente possível. Entre as estratégias para lidar com o sofrimento psicológico, destaca- se a automutilação, exposição pública de imagens de nudez, frustração, choro e depressão.
Dados que não surpreendem Natividade Coelho, coordenadora do Plano para a Igualdade do Agrupamento de Escolas Lima de Freitas, um projeto que ambiciona fazer o diagnóstico entre “eles” e “elas”, desde as crianças do jardim- de- infância até ao 12. º ano, e que permita intervir na violência no namoro, mas também no abandono e sucesso escolar.
FONTE: Diário de NotíciasPublicada por Rui à(s) 17:19 | 0 comentários |
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Violência no Namoro
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Queixas por violência no namoro em meio escolar aumentam em 50% num só ano
PSP recebeu mais de quatro participações por dia no ano passado. Eram menos de três em 2013. A subida superou o crescimento do total de ocorrências por violência junto da escola e no seu interior.
Calúnia, difamação através das redes sociais. Injúrias, agressões. Humilhações, em privado ou frente a amigos. Perseguição, controlo de telefonemas e mensagens. Situações deste tipo passaram a ser frequentes nas participações em meio escolar feitas à PSP – ou seja, no interior da escola ou no espaço em redor. Isso não significa porém que esta seja uma realidade nova, mais grave ou mais frequente, diz o subintendente Hugo Guinote, chefe da Divisão de Prevenção Pública e Proximidade da Polícia de Segurança Pública (PSP).
O que está a acontecer é um reconhecimento e uma maior consciência de que certos comportamentos que antes ocultados ou aceites socialmente são censuráveis. (ler o resto aqui)Fonte: PúblicoPublicada por Rui à(s) 12:30 | 0 comentários |
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O que faz aos adolescentes ver pornografia
sábado, 11 de abril de 2015
Recomendo a leitura deste artigo do DN de hoje a todos(as) os(as) educadores(as) e professores(as). É muito bom e versa sobre um assunto que não é consensual, mesmo na comunidade científica.
(...) Confessando que ainda não teve sexo com alguém - "Nunca encontrei a pessoa certa, quero que isso aconteça quando estiver apaixonado." -, Roberto não tem receio de que o consumo de pornografia lhe tenha de alguma forma "viciado" as expectativas. "Compreendo que haja a possibilidade de haver pessoas influenciadas pelo jogo de papéis que há na pornografia, os homens dominadores, as mulheres submissas, a ideia do sexo sem contexto, dos corpos como objetos, mas isso é para quem não consegue separar a realidade da ficção. Eu sei que a realidade é diferente, que aquilo é feito com atores." Ainda assim, admite que pode ter sido algo influenciado pela forma como, naquele universo, as coisas se passam, até em termos do tipo de atos sexuais encenados: "Em certas coisas, sim. Mas deve haver partes em que é como ali e outras que não." (ler tudo aqui)Publicada por Rui à(s) 16:24 | 0 comentários |


